Ao longo dos meus mais de 20 anos como urologista especializado em andrologia, aprendi a reconhecer um perfil muito específico de paciente que chega ao meu consultório já decidido a colocar uma prótese peniana.
Geralmente é um homem entre 50 e 70 anos, com disfunção erétil orgânica grave e comprovada. Muitos vieram de uma prostatectomia radical, convivem com diabetes há anos, têm doença de Peyronie com comprometimento erétil importante, ou simplesmente já tentaram todos os tratamentos clínicos disponíveis e não obtiveram resultado satisfatório. Já usaram os inibidores de fosfodiesterase, tentaram a injeção intracavernosa — muitas vezes abandonaram pelo desconforto ou pelo medo — e chegam até mim com uma certeza: já fizeram tudo que era possível fazer.
Mas o que mais me chama atenção nesse paciente não é só o histórico clínico. É o estado emocional dele. Ele já fez o luto da ereção espontânea. Ele não vem em busca de esperança — vem em busca de solução. Essa decisão foi amadurecida durante meses, às vezes anos. E na maioria das vezes, ele chegou ao meu consultório depois de pesquisar bastante, assistir vídeos, ler sobre os modelos de prótese, entender como funciona o mecanismo inflável. Ele sabe o que quer.
E tem um detalhe que considero muito importante: grande parte desses pacientes vem acompanhada da parceira. Isso me diz muito. Significa que a disfunção erétil não afetou só ele — afetou o casal. A intimidade foi comprometida, o relacionamento sofreu, e muitas vezes foi a parceira quem incentivou a buscar uma solução definitiva. Quando os dois chegam juntos ao consultório, alinhados na decisão, o prognóstico emocional e funcional é muito melhor. A parceira se torna parte do processo de recuperação.
O que esse paciente não quer — e eu respeito muito isso — é ser questionado sobre a decisão que ele já tomou, ou ouvir uma sugestão de “vamos tentar mais um tratamento.” Ele quer clareza, quer um plano cirúrgico objetivo, e quer ser tratado como alguém que já pesou todas as opções e chegou à conclusão certa para a sua vida.
O único grupo que exige uma abordagem mais cuidadosa da minha parte são os pacientes mais jovens, entre 30 e 45 anos, que chegam decididos mas sem um histórico documentado de falha terapêutica, ou com componentes psicogênicos que ainda não foram tratados. Nesses casos, a firmeza na decisão pode esconder ansiedade de desempenho ou expectativas que a prótese, por melhor que seja, não vai conseguir suprir. E aí o meu papel é exatamente esse: ajudar esse paciente a entender o que realmente vai resolver o problema dele.
O único grupo que exige uma abordagem mais cuidadosa da minha parte são os pacientes mais jovens, entre 30 e 45 anos, que chegam decididos mas sem um histórico documentado de falha terapêutica, ou com componentes psicogênicos que ainda não foram tratados. Nesses casos, a firmeza na decisão pode esconder ansiedade de desempenho ou expectativas que a prótese, por melhor que seja, não vai conseguir suprir. E aí o meu papel é exatamente esse: ajudar esse paciente a entender o que realmente vai resolver o problema dele. Dito isso, é importante deixar claro que, em casos raros de disfunção erétil predominantemente psicogênica que se mostrou refratária a todos os tratamentos disponíveis — psicoterapia, medicação, reabilitação — a prótese peniana pode sim ser uma opção válida e bem indicada. Nesses pacientes, após esgotadas todas as alternativas, o implante pode representar uma virada real na qualidade de vida e na autoestima.
Eu sou o Dr. Rossol. Tenho mais de 20 anos de experiência exclusivamente dedicados à cirurgia peniana e à andrologia, área na qual realizei mais de 20.000 procedimentos ao longo da minha carreira. Esse volume de casos me permite oferecer não apenas técnica cirúrgica refinada, mas um olhar clínico apurado para identificar o momento certo da indicação e o implante mais adequado para cada perfil de paciente. Sou um dos urologistas mais bem avaliados no Google na minha especialidade — e isso reflete o compromisso que tenho com cada homem que passa pelo meu consultório. Se você se identificou com alguma das situações que descrevi aqui e acredita que chegou a hora de buscar uma solução definitiva, entre em contato com a minha equipe. Vamos conversar, avaliar o seu caso com cuidado, e encontrar juntos o melhor caminho para você recuperar sua qualidade de vida.
