Doença de Peyronie
na fase aguda:
o momento de agir é agora.
A Doença de Peyronie na fase aguda é a janela terapêutica mais importante da condição. Por isso, intervir cedo significa mais chances de reverter a curvatura, controlar a dor e preservar a função erétil.
⚠ Por que a fase aguda não pode esperar?
A Doença de Peyronie evolui em duas fases. Em primeiro lugar, existe a fase aguda — que dura entre 6 e 18 meses — a placa fibrosa ainda está em formação e o tratamento pode estabilizar ou reverter parcialmente a curvatura. No entanto, uma vez estabelecida a fase crônica, a placa pode se calcificar e as opções podem se tornar mais cirúrgicas. Portanto, o diagnóstico e o tratamento precoces fazem toda a diferença.
A Doença de Peyronie na fase aguda merece atenção porque a condição afeta entre 5 e 10% dos homens, com pico de incidência entre os 45 e 65 anos. Além disso, pode ser causada por microtraumas repetidos no pênis que desencadeiam uma resposta inflamatória anormal, levando à formação de placas fibróticas nos corpos cavernosos. Consequentemente, o resultado pode ser curvatura peniana, dor durante a ereção e, em muitos casos, disfunção erétil associada. Dessa forma, a clínica do Dr. Rossol oferece todo o arsenal terapêutico disponível para a fase aguda — combinando tratamentos clínicos, injetáveis, regenerativos e mecânicos em protocolo personalizado.
Referência nacional e internacional no tratamento da Doença de Peyronie
Pacientes de todo o Brasil e do exterior buscam Porto Alegre para tratar com o Dr. Rossol
Ao longo de mais de 20 anos dedicados à andrologia, portanto,, o Dr. Alessandro Rossol construiu uma reputação reconhecida além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Hoje, pacientes de todas as regiões do Brasil — e também do exterior — chegam a Porto Alegre especificamente para tratar a Doença de Peyronie com o especialista que domina toda a escala terapêutica: do tratamento clínico conservador à cirurgia reconstrutiva peniana de alta complexidade.
Essa procura não é por acaso. Além disso, o Dr. Rossol mantém atualização constante nas principais conferências mundiais de andrologia — incluindo a AUA, a ISSM e o WMSM — e busca ativamente o desenvolvimento e aprimoramento de técnicas modernas aplicadas à Doença de Peyronie. O resultado é um repertório técnico que poucos especialistas no Brasil dominam com a mesma profundidade.
Os resultados falam por si. Por isso, pacientes que chegam com curvatura progressiva, dor e perda de autoestima encontram na clínica do Dr. Rossol um caminho real para recuperar a função, a forma e a confiança. O índice de satisfação com o atendimento e com os resultados obtidos é consistentemente elevado — reflexo de uma prática que alia rigor técnico a um atendimento humano, individualizado e sem julgamentos.
& exterior
AUA
“Nenhum paciente deveria aceitar viver com curvatura peniana, dor ou disfunção erétil por falta de informação ou de acesso ao tratamento correto. Meu compromisso é oferecer o que há de mais moderno e eficaz para cada caso — com honestidade, técnica e respeito.”
Fase aguda vs. fase crônica
Entender em qual fase você está é, portanto, o primeiro passo para o tratamento correto.
Placa em formação — janela terapêutica ativa
- Dor durante a ereção (principal sinal)
- Curvatura progressiva ou instável
- Nódulo ou espessamento peniano palpável
- Pode haver alteração da rigidez erétil
- Placa ainda não calcificada ao ultrassom
- Melhor momento para tratar
Placa estabelecida — opções cirúrgicas
- Ausência de dor (placa inativa)
- Curvatura estável por pelo menos 3 meses
- Placa fibrótica ou calcificada
- Disfunção erétil frequentemente associada
- Tratamento clínico tem eficácia limitada
- Cirurgia corretiva ou prótese peniana indicadas
Como reconhecer a Doença de Peyronie?
Os sintomas surgem gradualmente. No entanto, muitos pacientes demoram a buscar ajuda por vergonha ou desconhecimento.
Curvatura peniana
Pode ocorrer para cima, para baixo ou lateral. Além disso, pode ser leve ou impossibilitar a relação sexual.
Dor na ereção
É um sinal típico da fase aguda. Além disso, pode ser intensa e desaparecer com a cronificação.
Nódulo palpável
Geralmente, há endurecimento localizado no dorso ou lateral do pênis — a própria placa fibrótica.
Encurtamento peniano
Com o tempo, a fibrose retrai o tecido, reduzindo o comprimento — queixa frequente e angustiante.
Deformidade em ampulheta
Ou seja, pode haver estreitamento do pênis em algum ponto, dificultando ou impedindo a penetração.
Disfunção erétil associada
Além disso, a placa pode comprometer o mecanismo veno-oclusivo, podendo causar ou agravar a DE.
Avaliação diagnóstica da Doença de Peyronie na fase aguda
O diagnóstico correto determina a fase da doença. Assim, ele e orienta todo o plano de tratamento.
Consulta especializada
Em primeiro lugar, é feita uma anamnese dirigida: tempo de evolução, progressão da curvatura, presença de dor, impacto na relação sexual e fatores de risco associados.
Exame físico detalhado
Em seguida, é realizada palpação sistemática do pênis flácido em busca de placas, localização, dimensões e consistência. Avaliação da deformidade com fotografias padronizadas para monitoramento da evolução.
Protocolo específico para PeyronieEcodoppler peniano com teste de ereção
Quando indicado, é realizado pelo próprio Dr. Rossol. Além disso, avalia a placa (localização, tamanho, calcificação), o grau de curvatura em ereção farmacológica e o status vascular dos corpos cavernosos.
Realizado pelo Dr. RossolClassificação e estadiamento
Por fim, com base nos dados clínicos e do ecodoppler, determina a fase, orienta o prognóstico e define o protocolo terapêutico individualizado.
Tratamentos para Doença de Peyronie na fase aguda
Na Doença de Peyronie na fase aguda, o objetivo é estabilizar a progressão, reduzir a inflamação, aliviar a dor e preservar ao máximo o comprimento e a angulação peniana. Além disso, o Dr. Rossol combina múltiplas modalidades de forma personalizada — protocolo multimodal reconhecido pelas diretrizes da ISSM e AUA.
Medicamentos orais
Em alguns casos, pentoxifilina, vitamina E e outros agentes com ação antifibrótica e anti-inflamatória comprovada na fase aguda. Dessa forma, podem reduzir a progressão da placa, aliviam a dor e podem estabilizar ou melhorar a curvatura quando iniciados precocemente.
Prescrição individualizadaInjeções de Verapamil intraplaca
Quando indicado, o verapamil é injetado diretamente na placa em sessões ambulatoriais. Além disso, inibe a síntese de colágeno e estimula sua degradação — reduzindo o volume da placa e a curvatura. Uma das intervenções locais mais utilizadas na fase aguda com evidência clínica consolidada.
Procedimento ambulatorial — sem internaçãoOndas de Choque de Baixa Intensidade (LI-ESWT)
Nesse tratamento, ondas acústicas focalizadas na placa promovem resposta anti-inflamatória local, fragmentação da fibrose e estímulo à cicatrização ordenada. Consequentemente, podem reduzir a dor de forma consistente e contribuem para a redução da curvatura na fase ativa.
Tecnologia disponível na clínicaBomba de Vácuo (VED)
Além disso, promove oxigenação e alongamento dos tecidos cavernosos, prevenindo a fibrose progressiva e o encurtamento peniano. Por isso, é indicado como adjuvante, especialmente em pacientes com DE associada ou risco de atrofia peniana.
Fornecimento + instrução presencialExtensor Peniano (Tração)
Nesse caso, a tração mecânica controlada e contínua — comprovadamente eficaz para reduzir a curvatura e recuperar comprimento perdido pela fibrose. Além disso, é recomendado pelas diretrizes da EAU para uso diário na fase aguda, com orientação personalizada do Dr. Rossol.
Orientação e protocolo de uso inclusoManejo da disfunção erétil associada
Além disso, até 40% dos pacientes com Doença de Peyronie têm DE coexistente. Por esse motivo, o Dr. Rossol avalia e trata ambas as condições de forma integrada — evitando que a DE agrave a fibrose cavernosa e comprometendo o prognóstico final.
Avaliação integrada Peyronie + DEE quando a fase crônica já está estabelecida?
Ainda assim, quando a fase crônica já está estabelecida, o Dr. Rossol também é especialista nas opções cirúrgicas para Doença de Peyronie — com treinamento internacional específico.
Cirurgia de correção da curvatura
- Plicatura peniana (técnica de Nesbit modificada)
- Incisão/excisão da placa com enxerto (autólogo ou sintético)
- Técnica com autoenxerto — especialidade do Dr. Rossol
- Indicada para curvaturas >30° com função erétil preservada
Prótese peniana + correção simultânea
- Implante inflável AMS 700 ou Titan com modelagem intraoperatória
- Indicado quando há curvatura significativa + DE severa
- Resolve ambas as condições em um único procedimento
- Referência nacional nesta técnica combinada
Experiência no tratamento da Doença de Peyronie na fase aguda
27º Congresso Mundial da ISSM — International Society for Sexual Medicine, Porto, Portugal
Masterclass em Disfunção Erétil e Prótese Peniana — Londres, Reino Unido
Congresso AUA — Associação Americana de Urologia, Las Vegas, EUA
Mini-fellowship com Dr. Laurence Levine (referência mundial em Peyronie e prótese) — Chicago, EUA
Treinamento em Cirurgia Reconstrutiva Peniana — Hasselt, Bélgica
Treinamento Avançado em Prótese Peniana — Barcelona, Espanha
Membro da ISSM — International Society for Sexual Medicine
Especialização em Cirurgia Urológica — Paris VI · Hospitais Henri Mondor e Max Fourestier, França
Veja também sobre saúde sexual masculina
Além da Doença de Peyronie na fase aguda, outros temas de andrologia podem estar relacionados à dor, curvatura peniana, perda de rigidez ou dificuldade na relação sexual. Portanto, também vale conhecer estes conteúdos:
Perguntas frequentes sobre Doença de Peyronie na fase aguda
O que é Doença de Peyronie na fase aguda?
É a fase inicial ou ativa da doença, quando a placa fibrosa ainda pode estar em formação. Nessa etapa, a dor durante a ereção, a curvatura progressiva e a alteração da rigidez podem aparecer ou piorar com o tempo.
Por que tratar a Doença de Peyronie na fase aguda?
Porque, durante a fase aguda, o tratamento pode ajudar a controlar dor, reduzir inflamação, estabilizar a progressão e preservar a função sexual. Além disso, a avaliação precoce orienta melhor a escolha entre terapias clínicas, mecânicas e regenerativas.
Quando a Doença de Peyronie passa para a fase crônica?
Em geral, a fase crônica é considerada quando a dor desaparece e a curvatura fica estável por alguns meses. Nesse momento, a placa pode estar mais consolidada ou calcificada, e as opções cirúrgicas passam a ter maior importância em casos selecionados.
O tratamento é igual para todos os pacientes?
Não. Cada caso deve ser avaliado individualmente. O grau da curvatura, a presença de dor, a função erétil, o tempo de evolução e os achados do ecodoppler peniano ajudam a definir o melhor protocolo.
A Doença de Peyronie tem tratamento.
Mas o tempo certo para agir é a fase aguda.
Por fim, pacientes de todo o Brasil e do exterior confiam ao Dr. Rossol o tratamento desta condição. Portanto, agende sua avaliação — presencial em Porto Alegre ou por teleconsulta.
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Por fim, este conteúdo é informativo. Portanto, este material não substitui consulta médica, exame físico ou avaliação individualizada com especialista.
