Doença de Peyronie na Fase Aguda

Urologia & Andrologia — Saúde Sexual do Homem

Doença de Peyronie
na fase aguda:
o momento de agir é agora.

A Doença de Peyronie na fase aguda é a janela terapêutica mais importante da condição. Por isso, intervir cedo significa mais chances de reverter a curvatura, controlar a dor e preservar a função erétil.

Especialista em Doença de Peyronie — cirurgia e tratamento clínico Membro ISSM (desde 2014) Membro AUA (desde 2012) 27º WMSM — Porto, Portugal (2026) Treinamento Cirurgia Reconstrutiva Peniana — Hasselt, Bélgica (2023) Cirurgia Urológica — Paris VI, França

⚠ Por que a fase aguda não pode esperar?

A Doença de Peyronie evolui em duas fases. Em primeiro lugar, existe a fase aguda — que dura entre 6 e 18 meses — a placa fibrosa ainda está em formação e o tratamento pode estabilizar ou reverter parcialmente a curvatura. No entanto, uma vez estabelecida a fase crônica, a placa pode se calcificar e as opções podem se tornar mais cirúrgicas. Portanto, o diagnóstico e o tratamento precoces fazem toda a diferença.

A Doença de Peyronie na fase aguda merece atenção porque a condição afeta entre 5 e 10% dos homens, com pico de incidência entre os 45 e 65 anos. Além disso, pode ser causada por microtraumas repetidos no pênis que desencadeiam uma resposta inflamatória anormal, levando à formação de placas fibróticas nos corpos cavernosos. Consequentemente, o resultado pode ser curvatura peniana, dor durante a ereção e, em muitos casos, disfunção erétil associada. Dessa forma, a clínica do Dr. Rossol oferece todo o arsenal terapêutico disponível para a fase aguda — combinando tratamentos clínicos, injetáveis, regenerativos e mecânicos em protocolo personalizado.

Referência nacional e internacional no tratamento da Doença de Peyronie

Pacientes de todo o Brasil e do exterior buscam Porto Alegre para tratar com o Dr. Rossol

Ao longo de mais de 20 anos dedicados à andrologia, portanto,, o Dr. Alessandro Rossol construiu uma reputação reconhecida além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Hoje, pacientes de todas as regiões do Brasil — e também do exterior — chegam a Porto Alegre especificamente para tratar a Doença de Peyronie com o especialista que domina toda a escala terapêutica: do tratamento clínico conservador à cirurgia reconstrutiva peniana de alta complexidade.

Essa procura não é por acaso. Além disso, o Dr. Rossol mantém atualização constante nas principais conferências mundiais de andrologia — incluindo a AUA, a ISSM e o WMSM — e busca ativamente o desenvolvimento e aprimoramento de técnicas modernas aplicadas à Doença de Peyronie. O resultado é um repertório técnico que poucos especialistas no Brasil dominam com a mesma profundidade.

Os resultados falam por si. Por isso, pacientes que chegam com curvatura progressiva, dor e perda de autoestima encontram na clínica do Dr. Rossol um caminho real para recuperar a função, a forma e a confiança. O índice de satisfação com o atendimento e com os resultados obtidos é consistentemente elevado — reflexo de uma prática que alia rigor técnico a um atendimento humano, individualizado e sem julgamentos.

+20
anos de experiência exclusiva em andrologia
Brasil
& exterior
origem dos pacientes que buscam o Dr. Rossol
100%
dos tratamentos disponíveis na atualidade oferecidos na clínica
ISSM
AUA
atualização anual nas maiores conferências mundiais

“Nenhum paciente deveria aceitar viver com curvatura peniana, dor ou disfunção erétil por falta de informação ou de acesso ao tratamento correto. Meu compromisso é oferecer o que há de mais moderno e eficaz para cada caso — com honestidade, técnica e respeito.”

Fase aguda vs. fase crônica

Entender em qual fase você está é, portanto, o primeiro passo para o tratamento correto.

Fase aguda — 6 a 18 meses

Placa em formação — janela terapêutica ativa

  • Dor durante a ereção (principal sinal)
  • Curvatura progressiva ou instável
  • Nódulo ou espessamento peniano palpável
  • Pode haver alteração da rigidez erétil
  • Placa ainda não calcificada ao ultrassom
  • Melhor momento para tratar
Fase crônica — após estabilização

Placa estabelecida — opções cirúrgicas

  • Ausência de dor (placa inativa)
  • Curvatura estável por pelo menos 3 meses
  • Placa fibrótica ou calcificada
  • Disfunção erétil frequentemente associada
  • Tratamento clínico tem eficácia limitada
  • Cirurgia corretiva ou prótese peniana indicadas

Como reconhecer a Doença de Peyronie?

Os sintomas surgem gradualmente. No entanto, muitos pacientes demoram a buscar ajuda por vergonha ou desconhecimento.

Curvatura peniana

Pode ocorrer para cima, para baixo ou lateral. Além disso, pode ser leve ou impossibilitar a relação sexual.

Dor na ereção

É um sinal típico da fase aguda. Além disso, pode ser intensa e desaparecer com a cronificação.

Nódulo palpável

Geralmente, há endurecimento localizado no dorso ou lateral do pênis — a própria placa fibrótica.

Encurtamento peniano

Com o tempo, a fibrose retrai o tecido, reduzindo o comprimento — queixa frequente e angustiante.

Deformidade em ampulheta

Ou seja, pode haver estreitamento do pênis em algum ponto, dificultando ou impedindo a penetração.

Disfunção erétil associada

Além disso, a placa pode comprometer o mecanismo veno-oclusivo, podendo causar ou agravar a DE.

Avaliação diagnóstica da Doença de Peyronie na fase aguda

O diagnóstico correto determina a fase da doença. Assim, ele e orienta todo o plano de tratamento.

01

Consulta especializada

Em primeiro lugar, é feita uma anamnese dirigida: tempo de evolução, progressão da curvatura, presença de dor, impacto na relação sexual e fatores de risco associados.

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Exame físico detalhado

Em seguida, é realizada palpação sistemática do pênis flácido em busca de placas, localização, dimensões e consistência. Avaliação da deformidade com fotografias padronizadas para monitoramento da evolução.

Protocolo específico para Peyronie
03

Ecodoppler peniano com teste de ereção

Quando indicado, é realizado pelo próprio Dr. Rossol. Além disso, avalia a placa (localização, tamanho, calcificação), o grau de curvatura em ereção farmacológica e o status vascular dos corpos cavernosos.

Realizado pelo Dr. Rossol
04

Classificação e estadiamento

Por fim, com base nos dados clínicos e do ecodoppler, determina a fase, orienta o prognóstico e define o protocolo terapêutico individualizado.

Protocolo terapêutico — fase aguda

Tratamentos para Doença de Peyronie na fase aguda

Na Doença de Peyronie na fase aguda, o objetivo é estabilizar a progressão, reduzir a inflamação, aliviar a dor e preservar ao máximo o comprimento e a angulação peniana. Além disso, o Dr. Rossol combina múltiplas modalidades de forma personalizada — protocolo multimodal reconhecido pelas diretrizes da ISSM e AUA.

01
Via oral

Medicamentos orais

Em alguns casos, pentoxifilina, vitamina E e outros agentes com ação antifibrótica e anti-inflamatória comprovada na fase aguda. Dessa forma, podem reduzir a progressão da placa, aliviam a dor e podem estabilizar ou melhorar a curvatura quando iniciados precocemente.

Prescrição individualizada
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Injetável local

Injeções de Verapamil intraplaca

Quando indicado, o verapamil é injetado diretamente na placa em sessões ambulatoriais. Além disso, inibe a síntese de colágeno e estimula sua degradação — reduzindo o volume da placa e a curvatura. Uma das intervenções locais mais utilizadas na fase aguda com evidência clínica consolidada.

Procedimento ambulatorial — sem internação
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Regenerativo

Ondas de Choque de Baixa Intensidade (LI-ESWT)

Nesse tratamento, ondas acústicas focalizadas na placa promovem resposta anti-inflamatória local, fragmentação da fibrose e estímulo à cicatrização ordenada. Consequentemente, podem reduzir a dor de forma consistente e contribuem para a redução da curvatura na fase ativa.

Tecnologia disponível na clínica
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Dispositivo

Bomba de Vácuo (VED)

Além disso, promove oxigenação e alongamento dos tecidos cavernosos, prevenindo a fibrose progressiva e o encurtamento peniano. Por isso, é indicado como adjuvante, especialmente em pacientes com DE associada ou risco de atrofia peniana.

Fornecimento + instrução presencial
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Dispositivo

Extensor Peniano (Tração)

Nesse caso, a tração mecânica controlada e contínua — comprovadamente eficaz para reduzir a curvatura e recuperar comprimento perdido pela fibrose. Além disso, é recomendado pelas diretrizes da EAU para uso diário na fase aguda, com orientação personalizada do Dr. Rossol.

Orientação e protocolo de uso incluso
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Integrado

Manejo da disfunção erétil associada

Além disso, até 40% dos pacientes com Doença de Peyronie têm DE coexistente. Por esse motivo, o Dr. Rossol avalia e trata ambas as condições de forma integrada — evitando que a DE agrave a fibrose cavernosa e comprometendo o prognóstico final.

Avaliação integrada Peyronie + DE

E quando a fase crônica já está estabelecida?

Ainda assim, quando a fase crônica já está estabelecida, o Dr. Rossol também é especialista nas opções cirúrgicas para Doença de Peyronie — com treinamento internacional específico.

Cirurgia de correção da curvatura

  • Plicatura peniana (técnica de Nesbit modificada)
  • Incisão/excisão da placa com enxerto (autólogo ou sintético)
  • Técnica com autoenxerto — especialidade do Dr. Rossol
  • Indicada para curvaturas >30° com função erétil preservada

Prótese peniana + correção simultânea

  • Implante inflável AMS 700 ou Titan com modelagem intraoperatória
  • Indicado quando há curvatura significativa + DE severa
  • Resolve ambas as condições em um único procedimento
  • Referência nacional nesta técnica combinada

Experiência no tratamento da Doença de Peyronie na fase aguda

2026

27º Congresso Mundial da ISSM — International Society for Sexual Medicine, Porto, Portugal

2025

Masterclass em Disfunção Erétil e Prótese Peniana — Londres, Reino Unido

2025

Congresso AUA — Associação Americana de Urologia, Las Vegas, EUA

2024

Mini-fellowship com Dr. Laurence Levine (referência mundial em Peyronie e prótese) — Chicago, EUA

2023

Treinamento em Cirurgia Reconstrutiva Peniana — Hasselt, Bélgica

2022

Treinamento Avançado em Prótese Peniana — Barcelona, Espanha

2014

Membro da ISSM — International Society for Sexual Medicine

2005–06

Especialização em Cirurgia Urológica — Paris VI · Hospitais Henri Mondor e Max Fourestier, França

Perguntas frequentes sobre Doença de Peyronie na fase aguda

O que é Doença de Peyronie na fase aguda?

É a fase inicial ou ativa da doença, quando a placa fibrosa ainda pode estar em formação. Nessa etapa, a dor durante a ereção, a curvatura progressiva e a alteração da rigidez podem aparecer ou piorar com o tempo.

Por que tratar a Doença de Peyronie na fase aguda?

Porque, durante a fase aguda, o tratamento pode ajudar a controlar dor, reduzir inflamação, estabilizar a progressão e preservar a função sexual. Além disso, a avaliação precoce orienta melhor a escolha entre terapias clínicas, mecânicas e regenerativas.

Quando a Doença de Peyronie passa para a fase crônica?

Em geral, a fase crônica é considerada quando a dor desaparece e a curvatura fica estável por alguns meses. Nesse momento, a placa pode estar mais consolidada ou calcificada, e as opções cirúrgicas passam a ter maior importância em casos selecionados.

O tratamento é igual para todos os pacientes?

Não. Cada caso deve ser avaliado individualmente. O grau da curvatura, a presença de dor, a função erétil, o tempo de evolução e os achados do ecodoppler peniano ajudam a definir o melhor protocolo.

A Doença de Peyronie tem tratamento.
Mas o tempo certo para agir é a fase aguda.

Por fim, pacientes de todo o Brasil e do exterior confiam ao Dr. Rossol o tratamento desta condição. Portanto, agende sua avaliação — presencial em Porto Alegre ou por teleconsulta.

Centro Clínico Mãe de Deus · Rua Costa 30, sala 502, Menino Deus  |  Hospital Moinhos de Vento · Rua Ramiro Barcelos 910, sala 902A  |  (51) 3230-2622

Por fim, este conteúdo é informativo. Portanto, este material não substitui consulta médica, exame físico ou avaliação individualizada com especialista.

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