Disfunção erétil exige diagnóstico preciso para identificar a causa e escolher o tratamento correto. Por isso, do primeiro comprimido à prótese peniana, a clínica do Dr. Alessandro Rossol oferece uma abordagem completa para restaurar sua vida sexual.
Medicina — UFRGSUrologia & Andrologia — Santa Casa POACirurgia Urológica — Paris VI, FrançaMembro ISSM (desde 2014)Membro AUA (desde 2012)Masterclass DE & Prótese — Londres (2025)Mini-fellowship Dr. Laurence Levine — Chicago (2024)
Urologia e andrologia com foco em saúde sexual masculina.
A disfunção erétil afeta muitos homens, especialmente após os 40 anos, e suas causas podem ser vasculares, hormonais, neurológicas, metabólicas ou psicológicas. Além disso, muitas vezes a disfunção erétil é o primeiro sinal de uma doença sistêmica ainda não diagnosticada, como diabetes, hipertensão ou hipogonadismo. Por isso, a avaliação especializada é essencial antes de iniciar qualquer tratamento. O Dr. Alessandro Rossol dedica sua prática há mais de 20 anos à saúde sexual do homem, com domínio completo de toda a escala terapêutica — desde o tratamento clínico até as mais avançadas cirurgias de prótese peniana inflável. Dessa forma, cada etapa do diagnóstico e do tratamento é conduzida pelo próprio especialista.
Disfunção erétil: principais causas
A disfunção erétil raramente tem causa única. Portanto, uma avaliação especializada identifica os fatores envolvidos e orienta o tratamento correto.
Causa vascular
Geralmente, é uma das causas mais comuns. Aterosclerose, hipertensão e tabagismo reduzem o fluxo arterial para o pênis.
Síndrome metabólica
Além disso, diabetes, obesidade abdominal, dislipidemia e resistência à insulina comprometem diretamente a ereção.
Déficit hormonal
Quando há testosterona baixa, a libido pode diminuir e a resposta erétil pode piorar. Por isso, a investigação hormonal é importante.
Causa neurológica
Em alguns casos, diabetes avançado, lesões medulares, esclerose múltipla e sequelas cirúrgicas pélvicas também interferem na ereção.
Causa psicogênica
No entanto, fatores emocionais também podem participar, como ansiedade de desempenho, depressão, estresse crônico e conflitos relacionais.
Medicamentos
Além disso, alguns anti-hipertensivos, antidepressivos, bloqueadores e outros fármacos de uso contínuo podem contribuir para o quadro.
Doença de Peyronie
Por outro lado, quando há placa fibrosa, curvatura peniana e dor, a Doença de Peyronie pode coexistir com a disfunção erétil.
Pós-oncológica
Após prostatectomia, radioterapia ou privação androgênica, a disfunção erétil também pode surgir como consequência do tratamento oncológico.
Diagnóstico da disfunção erétil: avaliação completa
Cada paciente recebe uma investigação individualizada. Afinal, não existe tratamento eficaz para disfunção erétil sem diagnóstico preciso.
01
Consulta especializada
Primeiramente, é feita uma anamnese detalhada sobre início, gravidade, fatores de risco, histórico cirúrgico, medicações e impacto na vida a dois.
02
Exame físico andrológico
Em seguida, são avaliados pênis, testículos, pressão arterial, IMC, circunferência abdominal e sinais de hipogonadismo.
03
Painel laboratorial
Além disso, podem ser solicitados testosterona total e livre, LH, FSH, prolactina, glicemia, HbA1c, perfil lipídico, PSA e hemograma completo.
04
Avaliação metabólica
Depois, é feito o rastreio de síndrome metabólica, resistência à insulina, risco cardiovascular e disfunções tireoidianas.
05
Ecodoppler peniano
Por fim, o ultrassom Doppler com teste de ereção farmacológica, realizado pelo Dr. Rossol, avalia artérias cavernosas, refluxo venoso e placas de Peyronie.
Arsenal terapêutico completo
Tratamento para disfunção erétil: opções disponíveis
A clínica do Dr. Rossol oferece toda a escala terapêutica para disfunção erétil — do tratamento oral ao cirúrgico. Portanto, a indicação é personalizada para cada caso e o acompanhamento é feito pelo mesmo especialista.
01
1ª linha
Inibidores de PDE-5 (via oral)
Inicialmente, podem ser indicadas medicações como sildenafila, tadalafila, vardenafila e avanafila. Além disso, a prescrição exige ajuste de dose, orientação de uso e manejo de efeitos colaterais.
02
1ª linha
Reposição de Testosterona
Quando há hipogonadismo confirmado laboratorialmente, a reposição hormonal pode ser parte essencial do tratamento. No entanto, ela deve ser feita com monitoramento rigoroso.
Avaliação hormonal completa inclusa
03
1ª linha
Controle da Síndrome Metabólica
Além disso, diabetes, obesidade e dislipidemia comprometem diretamente a ereção. Por isso, o Dr. Rossol avalia os fatores metabólicos associados e orienta mudanças de estilo de vida com base nos exames.
04
Regenerativo
Ondas de Choque de Baixa Intensidade (LI-ESWT)
Quando indicada, a terapia regenerativa estimula neovascularização e melhora o fluxo cavernoso. Dessa forma, pode atuar sobre componentes vasculares da disfunção erétil, e não apenas sobre o sintoma.
Tecnologia disponível na clínica
05
2ª linha
Medicação Injetável Intracavernosa
Em casos selecionados, alprostadil e combinações vasoativas têm ação local direta nos corpos cavernosos. Além disso, podem ser eficazes quando os medicamentos orais falham, com instrução de autoaplicação em consultório.
Instrução presencial inclusa
06
2ª linha
Dispositivo de Ereção a Vácuo (VED)
Além disso, a bomba de vácuo promove ereção por pressão negativa sem medicamentos. Assim, pode ser útil para DE severa, contraindicações farmacológicas e reabilitação pós-cirúrgica.
07
3ª linha
Prótese Peniana Inflável (3 peças)
Quando a disfunção erétil é severa e refratária, a prótese peniana inflável pode ser uma solução definitiva. Consequentemente, permite ereção sob demanda com resultado natural, preservando sensibilidade.
Especialista — Titan & AMS 700
08
3ª linha
Prótese Peniana Maleável
Por outro lado, a prótese maleável usa hastes semirrígidas, com menor complexidade técnica e custo reduzido. Portanto, pode ser indicada para pacientes com limitações motoras ou preferência por solução mais simples.
Especialista em implante cirúrgico
🏆
Disfunção erétil grave e prótese peniana
Em casos de disfunção erétil grave, a prótese peniana pode ser considerada. Além disso, o Dr. Rossol possui formação nos principais centros mundiais de andrologia.
Prótese inflável (AMS 700 / Titan)
Ereção sob demanda com resultado totalmente natural
Preserva comprimento e sensibilidade peniana
Invisível e imperceptível ao parceiro
Durabilidade de 15 a 20 anos
Indicada para DE severa refratária a todos os tratamentos clínicos
Prótese maleável
Implante mais simples, tempo cirúrgico reduzido
Menor custo e manutenção zero
Excelente opção para pacientes idosos ou com limitações motoras
Resultados funcionais comparáveis para relações sexuais
Disponível nos principais modelos do mercado
Quem deve procurar tratamento para disfunção erétil?
Homens a partir dos 40
Principalmente homens com disfunção erétil de início gradual, associada a fatores de risco cardiovasculares e metabólicos.
Diabéticos e hipertensos
Além disso, diabéticos e hipertensos devem investigar a DE, pois o tratamento integrado pode melhorar função erétil e saúde geral.
Testosterona baixa
Quando há cansaço, perda de libido ou ganho de gordura abdominal, a investigação hormonal também pode ser necessária.
Falha dos medicamentos orais
No entanto, quando sildenafila e tadalafila não funcionam, ainda existem alternativas eficazes disponíveis.
Doença de Peyronie
Além disso, quando há curvatura e disfunção erétil, o Dr. Rossol avalia ambas as condições simultaneamente.
Pós-cirurgia pélvica
Após prostatectomia, cirurgia de bexiga ou reto, a reabilitação peniana especializada pode ser necessária.
Interesse em prótese peniana
Por fim, pacientes interessados em prótese peniana precisam de avaliação criteriosa, indicação personalizada e orientação clara.
Ansiedade de desempenho
Em alguns casos, a abordagem integrada identifica o componente psicogênico e orienta o manejo clínico adequado.
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Além deste artigo sobre disfunção erétil, veja também conteúdos que ajudam a entender situações associadas, como reabilitação peniana e Doença de Peyronie.
Disfunção erétil tratada por especialista em andrologia
2026
27º Congresso Mundial da ISSM — International Society for Sexual Medicine, Porto, Portugal
2025
Masterclass em Disfunção Erétil e Prótese Peniana — Londres, Reino Unido
2025
Congresso AUA — Associação Americana de Urologia, Las Vegas, EUA
2024
Mini-fellowship com Dr. Laurence Levine (referência mundial em DE e prótese) — Chicago, EUA
2023
Treinamento em Cirurgia Reconstrutiva Peniana — Hasselt, Bélgica
2022
Treinamento Avançado em Prótese Peniana — Barcelona, Espanha
2021
Curso intensivo de ecodoppler peniano e terapia injetável intracavernosa — São Paulo
2014
Membro da ISSM — International Society for Sexual Medicine
2005–06
Especialização em Cirurgia Urológica — Faculdade de Medicina Saint Antoine, Paris VI · Hospitais Henri Mondor e Max Fourestier, França
UFRGS
Graduação em Medicina — Universidade Federal do Rio Grande do Sul · Residência: Santa Casa de Porto Alegre
Perguntas frequentes sobre disfunção erétil
Disfunção erétil tem tratamento?
Sim. Em muitos casos, a disfunção erétil melhora quando a causa é identificada corretamente. Além disso, o tratamento pode combinar medicamentos, controle metabólico, reposição hormonal quando indicada, terapias locais ou prótese peniana.
Quando procurar um especialista em disfunção erétil?
O ideal é procurar avaliação quando a dificuldade de ereção se repete, causa insegurança ou prejudica a relação sexual. Além disso, homens com diabetes, hipertensão, testosterona baixa ou cirurgia pélvica devem investigar o quadro com atenção.
A prótese peniana é o primeiro tratamento?
Não. Normalmente, a prótese peniana é considerada em casos severos ou refratários. Portanto, antes da indicação cirúrgica, é necessário avaliar exames, histórico clínico e resposta aos tratamentos menos invasivos.
Disfunção erétil tem tratamento. Para cada causa, existe uma solução.
Portanto, agende sua avaliação com o Dr. Alessandro Rossol para investigar a causa da disfunção erétil e definir o tratamento mais adequado para o seu caso.
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Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Portanto, a indicação de qualquer tratamento depende de avaliação presencial ou por teleconsulta, histórico clínico e exames complementares.