Doença de Peyronie

Consulta presencial e on-line

Se seu pênis entortou, está com dor ou encurtou, você pode estar com Doença de Peyronie

Você sabia que  4  a 8% dos homens apresentam curvaturas ou deformidades no pênis, principalmente entre os 45-60 anos?

Grupos de risco: diabéticos, hipertensos, obesos e homens que realizaram cirurgia da próstata. Histórico familiar (pai, irmãos, avô) aumentam a chance de desenvolver Peyronie.

Sinais e sintomas

  • Aparecimento de uma placa ou nódulo no pênis, que é a formação de tecido cicatricial área de fibrose peniana;
  • Curvatura peniana: devido à fibrose em determinado ponto do pênis, o tecido passa a apresentar menor elasticidade, provocando a curvatura;
  • Dor no Pênis: no início da doença, na fase inflamatória, as ereções podem ser dolorosas;
  • Diminuição do tamanho do pênis: o tecido da cicatriz (placa fibrótica) também pode causar encurtamento do pênis;
  • Piora da ereção: o pênis curvado pode agravar ou provocar disfunção erétil;
  • Dificuldade para o coito devido ao grau de deformidade provocado pela doença;
  • Acinturamento do pênis: placas septais ou circunferenciais podem provocar um afinamento de toda a circunferência do pênis.

Qual o melhor exame para diagnóstico de Peyronie?

Além da história do paciente e do exame físico, o ecodoppler peniano com teste fármaco-induzido é o melhor exame para se avaliar o pênis com doença de Peyronie. Este exame de ultrassom permite avaliar:

  • se ela apresenta sinais de inflamação (fase inicial);
  • se a placa está calcificada (fase tardia);
  • a função erétil do pênis;
  • a deformação do pênis causada pela placa;
  • a estabilidade axial do pênis durante a ereção.

Tratamentos

A indicação do melhor tratamento para Peyronie vai depender do estágio da doença em que o paciente se encontra.

FASE AGUDA – é a fase inflamatória: caracteriza-se por curvatura peniana progressiva, associada ou não à dor durante as ereções e aparecimento da placa. Essa fase é passageira (em geral, 6 meses). Neste momento da doença de Peyronie, o tratamento cirúrgico não é recomendado. As melhores indicações de tratamento são:

  • medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos: diminuem a dor e os sintomas inflamatórios da placa;
  • medicamentos inibidores da 5 fosfodiesterase (tadalafil, sildenafil, vardenafil) para aumentar a vascularização do pênis, já que o Peyronie pode piorar a função erétil;
  • ondas de choque de baixa intensidade: podem ajudar na estabilização da placa de Peyronie e diminuem consideravelmente a dor. Podem também ajudar na melhora da função erétil; 
  • tração peniana e vacuoterapia: extensores penianos e bombas de vácuo promovem um efeito de mecanotransdução. O estímulo mecânico provoca uma resposta biológica no tecido (ativação intra e extracelular) do pênis, remodelando-o e auxiliando no desencurvamento do membro;
  • medicamentos injetáveis: aplicações intralesionais (na placa) têm sido utilizadas com bons resultados na fase aguda. Verapamil, interferon, ácido hialurônico e Xiaflex (este ainda não disponível no Brasil) são os mais utilizados. Os resultados são melhores quando a tração é associada;

FASE CRÔNICA OU TARDIA – quando a placa se estabiliza e existe fibrose ou calcificação. Neste momento, a deformidade peniana já está definida, e os medicamentos (orais e injetáveis) não são mais indicados porque apresentam baixas chances de sucesso. Nos pacientes que se encontram nesta fase, a cirurgia é o tratamento mais indicado. 

A cirurgia deve ser individualizada para cada paciente. Para escolher o tipo de procedimento a ser realizado, avaliamos a queixa principal do paciente, o grau de curvatura, a função erétil e o tamanho do pênis. O principal objetivo da cirurgia é devolver a funcionalidade do pênis, corrigindo a curvatura e recuperando o tamanho e o calibre do pênis.

O Dr. Alessandro Rossol realiza várias técnicas cirúrgicas para correção de tortuosidades penianas causadas pela doença de Peyronie.

Cirurgia de Pontos: técnica desenvolvida pelo Dr. Tom Lue onde são realizados apenas pontos no lado convexo (mais longo) da tortuosidade peniana. São utilizados fios inabsorvíveis. Não são realizados enxertos nem plicaturas. É uma cirurgia menos invasiva e tem a possibilidade de ser desfeita até algumas semanas depois de realizada.

Cirurgia com incisões de relaxamento: é a técnica mais utilizada. Conhecida como Egydio’s Technique, publicada em revista científica (Journal Of Sexual Medicine) em 2020. Nesta cirurgia são realizadas pequenas incisões na placa para relaxar (soltar, liberar) a zona fibrótica. Esse método baseia-se em princípios geométricos para alongar e recuperar o maior tamanho e diâmetro possível do pênis, até o limite máximo dos nervos, vasos e uretra. 

Cirurgia de Plicatura: nesta técnica a placa (no lado côncavo) não recebe intervenção. O feixe nervoso é meticulosamente dissecado no lado convexo, e as plicaturas são realizadas para corrigir a tortuosidade. Esta cirurgia tem ganhado força no meio urológico porque tem mostrado resultados semelhantes no longo prazo quando comparado às outras técnicas (inclusive as com enxerto). O Dr. Levine, de Chicago (um expert em Peyronie) vém publicando artigos onde indica esta técnica para tratar qualquer grau de tortuosidade peniana com resultados muito bons relatados pelos pacientes.

Cirurgia de Enxerto: pênis com grandes curvaturas podem ser operados com a utilização de enxerto. A Placa é incisada (ela nao é retirada) e, nesta regiao, é enxertado um tecido, que pode ser do próprio paciente (albugínea da crura do pênis, mucosa oral, fáscia lata) ou tecido exógeno (surgi-cis ou pericárcio bovino). 

Cirurgia com Implante de Prótese Peniana: indicada para pacientes com disfunção erétil (moderada a severa) associada ao Peyronie ou com deformidades complexas no pênis, sem sucesso com outras abordagens terapêuticas. O implante da prótese pode ser realizado com ou sem incisões de relaxamento. 

Se você apresenta sinais e sintomas da doença de Peyronie, marque uma consulta conosco para entender mais sobre o assunto. O atendimento pode ser presencial em nossa clínica ou online. Na consulta serão abordadas condutas para cada caso (clínico ou cirúrgico), assim como preço dos tratamentos que poderão ajudá-lo a se livrar desse problema! 

Conheça o Dr. Alessandro

Como médico cirurgião, tem se dedicado à realização de cirurgias do pênis, uso de microscopia e instrumentais cirúrgicos de alta precisão. O treinamento com estes materiais em estruturas anatômicas do trato gênito-urinário proporciona maior precisão e qualidade ao ato cirúrgico, aumentando as chances de sucesso do procedimento. Anualmente tem realizado cursos de aperfeiçoamento em Medicina Sexual nos Congressos da Associação Americana de Urologia e Conferências da ISSM – Sociedade Internacional de Medicina Sexual.

É especialista em cirurgias de Prótese Peniana, Doença de Peyronie, Tortuosidade Peniana Congênita, Varicocele, Hiperplasia da Próstata, Vasectomia e Reversão de Vasectomia.

  • Especialização em Cirurgia Urológica – Universidade Pierre et Marie Curie, Paris, França
  • Membro da ISSM – International Society for Sexual Medicine
    Membro da AUA – Associação Americana de Urologia
  • Especialista atuando em Urologia e Andrologia há 16 anos

Mais de 9000 cirurgias e procedimentos realizados

Especialização na França

Os pacientes operados pelo Dr. Rossol têm acesso ao celular pessoal do médico para tirar dúvidas que venham surgir no pós-operatório, garantindo assim uma assistência completa para o seu caso.

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