Câncer de Próstata

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Entre as doenças neoplásicas, o câncer de próstata é o de maior prevalência no homem. É a segunda maior causa de morte por câncer em homens. Após a quinta década de vida, sua incidência aumenta, atingindo seu ápice após os 70 anos. A sobrevida da doença se relaciona com a idade, sendo mais agressiva em pacientes jovens (45 a 60 anos), tornando-se mais indolente após os 70 anos.
A causa do câncer de próstata permanece desconhecida, mas sabe-se da participação dos seguintes fatores:
  • idade avançada,
  • raça negra,
  • história familiar (pai ou irmão),
  • dieta rica em gordura.
Pacientes obesos têm risco 18% menor de desenvolver cânceres prostáticos de baixo grau; entretanto este mesmo grupo de obesos têm risco maior de 35% em chances de desenvolver câncer de próstata de alto grau.

Métodos de Diagnóstico e Estadiamento:

Para o estadiamento clínico do câncer de próstata são necessários: toque retal, dosagem do PSA total, ultra-sonografia transretal, interpretação dos dados oferecidos pela biópsia prostática e escore de Gleason.

Toque Retal: tem sido o método mais utilizado para avaliar a extensão do envolvimento local do câncer de próstata, sendo a base dos principais sistemas empregados no estadiamento clínico dos tumores dessa glândula. O exame apresenta limitações, por ser dependente do examinador e impreciso na identificação de doença extraprostática. Mesmo assim, o toque retal é etapa obrigatória na avaliação clínica dos pacientes com mais de 50 anos, com ou sem queixas urinárias. A palpação de um nódulo no toque está associada a uma incidência de 36% de CA de próstata, enquanto que há apenas uma incidência de 5% em pacientes com toque normal.

PSA: é muito útil no screening, juntamente com o toque digital. Também serve para folow-up de resposta ao tratamento do CA de próstata pós-prostatectomia ou radioterapia É uma glicoproteína produzida quase que exclusivamente pelo tecido prostático, sendo de fundamental importância na avaliação da patologia prostática. Não é um marcador tumoral específico; cerca de 25 a 30% dos homens com HPB apresentam valores elevados de PSA. Estima-se que 1g de tecido com HPB aumente o PSA em 0,3 ng/ml, enquanto que 1g de adenocarcinoma o eleva em 3 ng/ml. Níveis de PSA acima de 10 ng/ml indicam alta probabilidade de neoplasia, enquanto níveis abaixo de 4 ng/ml tornam a probabilidade de carcinoma muito pequena (menor que 20%). Quando o valor do PSA está entre 4 e 10 ng/ml, deve-se fazer a relação entre PSA livre e PSA conjugado. Os níveis de PSA exibem uma correlação com a magnitude clínica da doença.

Tratamento: Ao planejar o tratamento, deve-se levar em consideração principalmente a extensão da doença, o grau histológico do tumor e as condições gerais do paciente.

Conheça o Dr. Alessandro

Como médico cirurgião, tem se dedicado à realização de cirurgias do pênis, uso de microscopia e instrumentais cirúrgicos de alta precisão. O treinamento com estes materiais em estruturas anatômicas do trato gênito-urinário proporciona maior precisão e qualidade ao ato cirúrgico, aumentando as chances de sucesso do procedimento. Anualmente tem realizado cursos de aperfeiçoamento em Medicina Sexual nos Congressos da Associação Americana de Urologia e Conferências da ISSM – Sociedade Internacional de Medicina Sexual.

É especialista em cirurgias de Prótese Peniana, Doença de Peyronie, Tortuosidade Peniana Congênita, Varicocele, Hiperplasia da Próstata, Vasectomia e Reversão de Vasectomia.

  • Especialização em Cirurgia Urológica – Universidade Pierre et Marie Curie, Paris, França
  • Membro da ISSM – International Society for Sexual Medicine
    Membro da AUA – Associação Americana de Urologia
  • Especialista atuando em Urologia e Andrologia há 16 anos

Mais de 9000 cirurgias e procedimentos realizados

Especialização na França

Os pacientes operados pelo Dr. Rossol têm acesso ao celular pessoal do médico para tirar dúvidas que venham surgir no pós-operatório, garantindo assim uma assistência completa para o seu caso.

Dr. Alessandro Rossol

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