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Urologia — Fimose, Postectomia e Parafimose

Fimose e postectomia:
sintomas, tratamento, cirurgia,
recuperação e cuidados.

Fimose e postectomia são temas importantes na saúde íntima masculina. A fimose ocorre quando o prepúcio não retrai adequadamente. Por isso, pode causar dor, fissuras, inflamações de repetição, dificuldade de higiene, desconforto sexual e, em alguns casos, parafimose.

Fimose e estenose prepucial Postectomia ou circuncisão Balanite e balanopostite Parafimose Cicatrização e resultado

Fimose e postectomia devem ser avaliadas de forma individualizada. A verdadeira definição de fimose, ou estenose prepucial, pode ser confusa na literatura. Dessa forma, podemos defini-la como um enrijecimento na parte distal do prepúcio, que impede sua retração. Além disso, consiste em um estreitamento congênito ou adquirido da abertura prepucial, caracterizado por um prepúcio não retrátil, sem aderências, que pode causar acúmulo de secreção, irritação e balanites.

Em casos extremos, esse estreitamento pode se tornar uma obstrução verdadeira e, assim, interferir na micção. Consequentemente, pode haver pressão retrógrada para bexiga, ureteres e rins. Por isso, sintomas urinários associados a fimose devem sempre receber atenção médica.

Fimose e postectomia: o que muitos pacientes desconhecem

Inicialmente, muitas pessoas associam fimose apenas à infância. No entanto, a fimose patológica também aparece em adultos e, nessa faixa etária, tende a ter comportamento diferente. Além disso, quando há cicatriz ou inflamação crônica, o tratamento costuma exigir mais atenção.

01

Na criança

Em primeiro lugar, o mais comum é o prepúcio sobressalente, com discreto estreitamento fisiológico. Na maioria das vezes, ele melhora espontaneamente com o crescimento.

02

No adulto

Já no adulto, o estreitamento geralmente é progressivo. Além disso, pode não melhorar com tratamento clínico quando já existe cicatriz ou anel fibroso.

03

Fimose verdadeira

Nesse caso, envolve um anel cicatricial ou rígido que impede a exposição da glande. Assim, pode causar fissuras, dor, sangramento e infecções.

04

Excesso de prepúcio

Por outro lado, nem todo excesso de pele é fimose. Se a glande exterioriza completamente, não se trata de fimose verdadeira, embora possa haver queixa estética ou funcional.

Galeria: esquema, fimose e anel fimótico

As imagens abaixo ajudam a entender a postectomia, a dificuldade de exposição da glande e os diferentes aspectos do estreitamento prepucial. Dessa forma, fica mais fácil comparar fimose verdadeira, excesso de prepúcio e alterações inflamatórias.

Fimose fisiológica na infância

Ao nascimento, o prepúcio quase sempre é aderente à glande, firme e não retrátil. Além disso, essa característica costuma fazer parte do desenvolvimento normal. Isso acontece porque há uma camada comum de epitélio escamoso entre a glande e a camada interna do prepúcio. Com o crescimento, entretanto, a descamação natural separa gradualmente essas estruturas.

Além disso, Oster demonstrou que, em recém-nascidos, o prepúcio é retrátil somente em 4% dos meninos. Aos seis meses, a retração ocorre em cerca de 20%; aos três anos, em 50%; e aos 17 anos, em 99%. Portanto, a não retração na infância pode ser fisiológica e não deve ser confundida automaticamente com doença.

Nessa fase, portanto, o prepúcio protege a glande durante o período em que a criança ainda não tem controle esfincteriano, evitando contato direto com fraldas e roupas. Por isso, a higiene deve se limitar à parte que aparece com tração leve, sem dor e sem forçar a retração.

Fimose fisiológica, patológica e adquirida

Separar esses cenários evita tratamentos desnecessários e ajuda o urologista a indicar a melhor conduta. Por isso, a avaliação clínica continua sendo a etapa mais importante antes de qualquer decisão.

Fimose fisiológica

Em geral, é comum em recém-nascidos e crianças. Muitas vezes, não causa dor, obstrução, sangramento ou infecção, e pode melhorar com o crescimento.

Fimose patológica

Por sua vez, apresenta anel cicatricial esbranquiçado, rígido e não retrátil. Pode causar disúria, sangramento, retenção urinária e dor.

Fimose adquirida

Além disso, pode surgir por retração forçada, traumas, má higiene, balanites de repetição, diabetes, fissuras ou doenças inflamatórias da pele.

Aderências e pérolas de esmegma

Por fim, aderências bálano-prepuciais e pequenas “pérolas” brancas por acúmulo de células podem ocorrer e, muitas vezes, resolvem espontaneamente.

Evite retração forçada do prepúcio

Por esse motivo, a retração forçada não é recomendada. Além disso, ela pode causar fissuras longitudinais na abertura prepucial distal. Depois, quando o prepúcio retorna à posição normal, a cicatrização pode formar um anel circular fibrótico, inelástico e irreversível. Consequentemente, muitos casos passam a exigir tratamento cirúrgico.

Sintomas e situações que indicam avaliação urológica

A fimose pode ser assintomática. Porém, alguns sinais mostram que o estreitamento já interfere na saúde íntima, urinária ou sexual. Além disso, sintomas de repetição podem indicar que o quadro deixou de ser apenas uma variação anatômica.

01

Dor, fissuras ou sangramento

Por exemplo, rachaduras no anel do prepúcio podem aparecer durante higiene, ereção ou relação sexual.

02

Disúria ou balonamento

Além disso, o paciente pode sentir desconforto ao urinar ou notar que a urina distende o prepúcio antes de sair.

03

Balanopostites de repetição

Com o tempo, inflamações recorrentes podem causar vermelhidão, secreção, odor, ardência e estreitamento progressivo.

04

Dificuldade sexual

Da mesma forma, o adolescente ou adulto pode ter masturbação dolorosa, desconforto na penetração e medo de fissuras durante a relação.

05

Diabetes

Além disso, o diabetes é uma causa comum de fimose no adulto, especialmente quando há inflamações ou fissuras de repetição.

06

Parafimose

Por fim, quando o prepúcio fica preso atrás da glande, ocorre edema e risco de isquemia. Nesse caso, o atendimento deve ser imediato.

Balanites de repetição e tratamento cirúrgico

Na prática urológica, muitos pacientes procuram tratamento por inflamação crônica no prepúcio que não melhora mais com pomadas, óleos, exposição ao sol ou medicamentos orais. Portanto, nesses casos, o médico precisa avaliar se existe anel cicatricial ou estenose prepucial.

Quando a inflamação crônica estreita o prepúcio

Primeiramente, a balanite é a inflamação da glande. Já a balanopostite envolve glande e prepúcio. Quando esses episódios se repetem, portanto, podem surgir fissuras, cicatrizes, dor, secreção e estreitamento progressivo da abertura prepucial.

Além disso, em alguns adultos, a fimose aparece após anos de inflamação, diabetes, trauma local ou higiene difícil. Nesses casos, o tratamento clínico pode controlar episódios iniciais, mas nem sempre resolve o anel cicatricial já formado. Portanto, a postectomia pode ser indicada para remover o tecido estreitado e reduzir recorrências.

Fimose e postectomia: bases do tratamento

Havendo suspeita de fimose, todo paciente deve ser avaliado por médico urologista. Após anamnese e exame físico, cada caso deve ser individualizado. Assim, o tratamento pode ser escolhido com mais segurança.

Tratamento conservador

Em alguns casos, o uso tópico de medicamentos, incluindo corticosteróides, pode aliviar estenose prepucial, especialmente em quadros sem cicatriz rígida importante.

Baixa morbidade

Além disso, o tratamento clínico pode ser indolor, não traumático e de baixo custo. No entanto, exige indicação correta e acompanhamento.

Tratamento cirúrgico

Quando a cirurgia é necessária, a postectomia clássica remove parcial ou completamente o prepúcio e aproxima as margens da pele à mucosa remanescente.

Plastia prepucial

Por outro lado, em alguns pacientes, o médico pode discutir alternativas, como ampliar a abertura prepucial sem remover tanto tecido.

Fimose e postectomia: quando a cirurgia é indicada?

A postectomia, ou circuncisão, pode ser indicada em casos de fimose verdadeira, balanopostites recorrentes, parafimose, fissuras, dor, dificuldade de higiene, infecções urinárias recorrentes em grupos específicos ou desconforto sexual. Portanto, a indicação deve considerar sintomas, exame físico e histórico do paciente.

Indicações médicas citadas na literatura

Fimose verdadeira

Em síntese, é aquela que apresenta cicatriz esbranquiçada e anel rígido. Ela é rara antes dos cinco anos de idade.

Balanopostites recorrentes

Além disso, episódios repetidos de eritema, inflamação prepucial e, às vezes, secreção purulenta podem indicar cirurgia quando não respondem ao tratamento.

Infecções urinárias recorrentes

Da mesma forma, em alguns meninos com alterações do trato urinário, refluxo vesicoureteral ou cateterismo intermitente, a remoção do prepúcio pode entrar na discussão preventiva.

Dor sexual na adolescência ou vida adulta

Por fim, quando a glande não expõe completamente, o paciente pode apresentar masturbação dolorosa e dificuldade no início da atividade sexual.

Evidência apresentada em congresso

Circuncisão, prevenção e estudos apresentados na AUA

No Congresso Americano de Urologia, em San Diego, foram apresentados três grandes estudos realizados na África sobre circuncisão masculina.

Nesses estudos, uma equipe voluntária de urologistas foi à África para realizar circuncisão, também chamada de postectomia, em um grande número de homens. Depois disso, os pesquisadores compararam desfechos relacionados à prevenção. Assim, segundo a página original, os resultados associaram a cirurgia a benefícios preventivos importantes em saúde pública.

HIVRedução de transmissão do vírus HIV em 60%.
Infecções urináriasRedução de infecções urinárias em grupos estudados.
DSTsRedução de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.
HPVRedução de transmissão do HPV, vírus associado a câncer de colo uterino, pênis e ânus.
Herpes tipo 2Redução de transmissão do principal agente de herpes genital.

Mesmo assim, isso não significa que todo homem precise operar. A indicação deve considerar sintomas, anatomia, histórico, risco, benefício e preferência do paciente.

Galeria cirúrgica com imagens sensíveis

As imagens abaixo mostram marcação, cirurgia, frenuloplastia associada, curativo e evolução após postectomia. Como são registros médicos reais, podem conter sangue, suturas e imagens sensíveis.

Caso clínico: postectomia por balanites de repetição

A seguir, demonstra-se um caso de postectomia realizada em paciente com balanites de repetição, no qual o tratamento clínico já não apresentava melhora da inflamação crônica. Além disso, as imagens ajudam a entender a marcação, a correção do freio e a evolução pós-operatória.

Pós-operatório em paciente jovem com fimose de início recente

As imagens abaixo mostram a evolução pós-operatória, incluindo pós-operatório imediato, sétimo dia e cicatrização inicial. Dessa maneira, o paciente entende que edema, pontos e mudanças de cor fazem parte de uma fase inicial da recuperação.

Circuncisão por fins cosméticos e resultado tardio

Alguns pacientes não têm fimose verdadeira, mas optam por circuncisão por preferência estética, higiene, conforto ou recorrência de sintomas leves. Ainda assim, a decisão deve ser bem discutida, porque envolve expectativa, cicatriz e adaptação da sensibilidade.

A postectomia altera o prazer no sexo?

Além disso, um estudo publicado no Sexual Medicine, em 2015, avaliou achados histológicos e correlatos da função sexual. Segundo o artigo citado na página original, a perda do prepúcio pela circuncisão parece não ter efeito adverso no prazer sexual. Mesmo assim, a percepção individual pode variar.

Apesar disso, cada paciente pode perceber sensibilidade, adaptação da glande e conforto sexual de forma individual. Portanto, o médico deve explicar possibilidades, limites e expectativas antes da cirurgia.

Fimose e postectomia: por que o acompanhamento importa?

Em resumo, fimose e postectomia envolvem mais do que a retirada de pele. O acompanhamento permite diferenciar fimose fisiológica, inflamação crônica, freio curto, parafimose e excesso de prepúcio. Além disso, ajuda a definir se o melhor caminho é tratamento clínico, frenuloplastia, postectomia ou apenas observação.

Parafimose: emergência urológica

Por outro lado, parafimose é a impossibilidade de reposicionar o prepúcio para recobrir a glande depois que ele fica retraído. Além disso, pode ocorrer em pacientes com fimose ou estreitamento distal do prepúcio. Além disso, pode causar edema, dor, estrangulamento e isquemia da porção distal do pênis.

Procure emergência em caso de parafimose

Diante disso, o paciente com parafimose deve procurar atendimento médico para avaliação por urologista. Afinal, trata-se de um quadro isquêmico agudo com possibilidade de necrose dos tecidos distais à área obstruída, especialmente quando há dor intensa, edema progressivo ou alteração da cor da glande.

Cuidados após fimose e postectomia

A recuperação depende da técnica, idade, cicatrização e orientação médica. Ainda assim, alguns cuidados costumam ser importantes para reduzir desconforto e proteger a cicatriz. Além disso, o retorno às atividades deve respeitar a liberação médica.

01

Higiene orientada

O paciente deve seguir a forma de limpeza indicada pelo médico. Dessa maneira, reduz risco de irritação, secreção e trauma nos pontos.

02

Controle de edema

Inchaço é comum nos primeiros dias. Portanto, repouso relativo, curativo adequado e acompanhamento ajudam a controlar a evolução.

03

Atividade física

Exercícios, bicicleta, corrida e esforço costumam exigir pausa temporária. Além disso, o retorno depende de cicatrização e liberação médica.

04

Relação sexual

Relações sexuais e masturbação devem aguardar cicatrização adequada. Assim, o paciente evita sangramento, dor e abertura de pontos.

Contraindicações e situações em que a cirurgia exige cautela

Em resumo, a circuncisão não é recomendada de rotina para todos os recém-nascidos. Além disso, existem situações em que a cirurgia exige avaliação especializada, como prematuridade e anomalias penianas congênitas, incluindo hipospádia, epispádia, chordée sem hipospádia, pênis coberto ou pênis embutido.

Nessas situações, inclusive, o prepúcio pode ter importância em reconstruções futuras. Portanto, a decisão cirúrgica deve sempre passar por avaliação urológica adequada.

Perguntas frequentes sobre fimose e postectomia

Fimose em criança sempre precisa operar?

Não. Em muitos meninos, o prepúcio não retrátil é fisiológico e melhora com o crescimento. No entanto, dor, infecções de repetição, obstrução urinária, cicatriz ou fimose verdadeira exigem avaliação.

Fimose em adulto costuma melhorar com pomada?

Depende. Quando há cicatriz rígida, fissuras recorrentes, diabetes ou inflamação crônica, a resposta clínica pode ser limitada. Por isso, muitos adultos precisam discutir tratamento cirúrgico.

Postectomia e circuncisão são a mesma coisa?

Na prática, os termos costumam ser usados para a remoção cirúrgica do prepúcio. Entretanto, a quantidade de pele removida e o desenho da cicatriz podem variar conforme o caso.

A parafimose é grave?

Sim. A parafimose pode causar edema progressivo e isquemia. Portanto, o paciente deve procurar atendimento rapidamente.

A postectomia muda a sensibilidade?

Alguns homens percebem mudanças de sensibilidade após a exposição contínua da glande. No entanto, estudos citados na literatura sugerem que a circuncisão não causa prejuízo sexual relevante para a maioria dos homens.

Fimose, parafimose e inflamações de repetição têm tratamento.

Agende uma avaliação com o Dr. Alessandro Rossol em Porto Alegre para entender se postectomia, frenuloplastia, tratamento clínico ou outra abordagem é mais adequada para o seu caso.

Centro Clínico Mãe de Deus · Rua Costa 30, sala 502, Menino Deus  |  Hospital Moinhos de Vento · Rua Ramiro Barcelos 910, sala 902A  |  (51) 3230-2622

Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Portanto, qualquer tratamento depende de avaliação médica, exame físico, histórico clínico, sintomas, expectativas e discussão de riscos e benefícios.

14 respostas

  1. TENHO 44 ANOS E FUI CIRCUNCIDADO HA 28 ANOS, EM 1989.
    EU LEVEI 28 PONTOS, E O ULTIMO PONTO CAIU 18 DIAS DEPOIS DA CIRCUNCISÃO.

  2. Já tentei muito para fazer a cirurgia mais não consegui não sei o que fazer mais sou casado

  3. Muito interessante MESMO essa explicaçao pormenorizada sobre a operação de fimose!
    Agradeço de coraçao, Dr!!

  4. Fiz minha postectomia completa (remoção de todo o prepúcio e freio) no dia 09/12/2016. Criei um blog para relatar o histórico, motivos da cirurgia, dicas preciosas que deram muito certo comigo nesse período de recuperação e também para compartilhar a experiência e trocar idéias a respeito. Quem tiver curiosidade, acesse: http://diariocircuncisao.blogspot.com.br Abraço e boa recuperação a todos!

  5. Olá, tenho fimose de grau 1 (mas não tenho problemas em retornar o prepúcio) e há 6 meses atrás tive balanopostite. Foi muito ruim nesse período, pois não conseguia sequer lavar direito por causa da tremenda dor que causava. Toda a minha glande e parte do prepúcio estavam inflamados e ulcerados. Nenhuma pomada receitada por médicos estava ajudando, mas graças a Deus entrei em um tratamento caseiro que consistia em fazer banhos de assento com água + bicarbonato de sódio. Foi super eficaz e com o tempo meu penis foi se regenerando.
    No entanto, a glande ficou marcada com um ton avermelhado na regiao em que o enfermo havia acometido. Nao sinto dores, nem ardor, nem nada, mas queria saber o porquê isso aconteceu. Saberia me ajudar?

    1. A balanopostite é, em um número considerável de pacientes, um problema crônico e recorrente. Pomadas e tratamentos caseiros funcionam, mas as recidivas são frequentes porque o tecido da glande encoberto pelo prepúcio está em um ambiente propício para a inflamação. Me refiro ao conjunto de excesso de prepúcio, umidade, calor e uréia. Alguns pacientes tratam uma balanite e não têm mais recidivas, entretanto noutros pacientes as inflamações são frequentes e a circuncisão acaba sendo a melhor opção de tratamento definitivo. As taxas de sucesso são altas, mas não 100%. Mesmo assim a maioria dos pacientes ficam satisteifos com o resultado.

  6. Tenho 15 anos e ainda tenho fimose mas eu consigo colocar a cabeça do penis para fora mais ainda preciso fazer a cirurgia?? tem alguma outra forma de tirar a fimose sem cirurgia??

  7. Tenho 15 anos e ainda tenho fimose mas eu consigo colocar a cabeça do penis para fora mais ainda preciso fazer a cirurgia?? tem alguma outra forma de tirar a fimose sem cirurgia?? o que eu devo fazer ??

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Dr. Alessandro Rossol, urologista andrologista em Porto Alegre
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Rossol
Urologista Andrologista
CRM-RS · Porto Alegre
+20 anos de experiência clínica
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36 publicações científicas
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